sábado, 3 de janeiro de 2009

Marcha ré (visão)

Estive olhando e reolhando o blog... O texto de que eu menos gostei foi o publicado em 25 de dezembro de 2008. Interessante que quando o escrevi havia adorado. Mas como quase sempre, acabei encurralada pela contradição. E se eu não viesse a escrever a correção que se segue agora, acabaria sufocada. E sim, foi uma metáfora, é claro.
Eu afirmei que a vida não era injusta. Depois passei horas por dias (sim, a palavra no plural, mesmo) pensando nisso. E agora me obrigo a admitir: me baseei na minha vida e na vida das pessoas com quem convivo ao fazer tal afirmação. Eu não levo uma vida vegetativa, tampouco conheço quem leve. Sempre vivi no Brasil, não na África. Não tenho tanto dinheiro assim, mas não chego a ser palpérrima. Então, POR QUE DIABOS EU TIVE QUE GENERALIZAR?! Resposta simples: "quando acreditamos em alguma coisa, estamos convencidos de que ela é a verdade". Poderia fazer um momento filosófico agora, depois de ter dito essa frase, mas não foi pra isso que comecei a escrever esse texto.
Nos tornemos breves e intransitivos, assim sendo: o texto de 25.12.2008 é sobre pessoas como eu: brasileiras, de classe média baixa (e até mesmo alta, não sei) e que levam uma vida dinâmica!

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