O assunto principal nos últimos dias tem sido ano novo. Tanto nas conversas, quanto em posts de fotologs e blogs. Mas sabe, eu me dei conta de que a chegada de um ano novo não me dá euforia. Pelo menos não agora, não nesta iminência do Revellion do ano de 2009. A única empolgação pra mim dentro desse assunto, o Revellion, tem sido responder e prosseguir conversas com a frase da hora (rs): "onde é que você vai virar o ano?". Pra mim é sempre legal ter uma data festiva na qual você tem a oportunidade de estar com pessoas queridas. E outra coisa: apesar de não acreditar nisso, é bom saber que por alguns minutos após a meia-noite tem muita gente acreditando que aquele dia é não só o primeiro do mês de janeiro, como também o primeiro de um novo começo, essa é a boa do ano novo. Por esses minutos, acredito eu, existe um certo êxtase (haha, talvez eu que esteja extasiada agora) dentro de cada ser humano com alguma gota de sã-consciência capaz de lhe fazer, ao invés de pensar ou falar mal de alguém, estar com o cabeça e o corpo sintonisados em dizer: "feliz ano novo!" e abraçar as outras pessoas. Volto à minha lucidez: mas só por uns minutos mesmo, porque no outro dia já aparecem registro de assassinatos, estupros e outras coisas que seguem essa linha de agressões com intuito.
Não acho que precise fazer uma retrospectiva. Foi um ano com acontecimentos... erh... como os de todos os anos, mas que vai, aos poucos deixando saudade em 2009, disso tenho certeza. Saudade de um choro cessado graças ao consolo de alguém querido que talvez nem esteja mais comigo ao decorrer do proximo ano. Saudade de pegar, maioria das vezes, um ônibus com o mesmo número de ordem para ir à escola de segunda a sexta... Enfim, essas coisas. Os anos são iguais por um lado, porque sempre você amadurece, ganha e perde amizades, se abala, vive momentos inesquecíveis etc..
Mas o responsável por aquele clássico aperto no peito, é dito em uma palavra: singularidade. Singularidade: palavra feita pra designar algo único, mas que, dentro de certo contexto tem a capacidade de abranger. (E... ah... paradoxos!). A minha singularidade abrange algo do tipo: sentimentos iguais por motivos diferentes; observar o movimento nas ruas; saber que houveram quedas desnecessárias na autoestima e sentir vontade de voltar ao passado e parar o tempo porque antes você estava melhor do que está agora; se atrair por algo em alguém que você vai ter mínima chance de rever e... chega com essa introspecção excessiva, rs.
Sabe, dispenso metas a serem cumpridas... Eu tenho desejos, apenas. E se eu realmente buscar suas realizações que seja espontaneamente, que venha de dentro. Não gosto de me sentir obrigada a coisa alguma, principalmente quando diz respeito ao que me é íntimo. Aí é que não gosto e não faço esforço mesmo.
Mas só pra ir de embalo com o mundo: feliz 2009! Ah, faltou uma coisa importante: eu senti este ano passar rápido. Agora sim: feliz 2009!
Não acho que precise fazer uma retrospectiva. Foi um ano com acontecimentos... erh... como os de todos os anos, mas que vai, aos poucos deixando saudade em 2009, disso tenho certeza. Saudade de um choro cessado graças ao consolo de alguém querido que talvez nem esteja mais comigo ao decorrer do proximo ano. Saudade de pegar, maioria das vezes, um ônibus com o mesmo número de ordem para ir à escola de segunda a sexta... Enfim, essas coisas. Os anos são iguais por um lado, porque sempre você amadurece, ganha e perde amizades, se abala, vive momentos inesquecíveis etc..
Mas o responsável por aquele clássico aperto no peito, é dito em uma palavra: singularidade. Singularidade: palavra feita pra designar algo único, mas que, dentro de certo contexto tem a capacidade de abranger. (E... ah... paradoxos!). A minha singularidade abrange algo do tipo: sentimentos iguais por motivos diferentes; observar o movimento nas ruas; saber que houveram quedas desnecessárias na autoestima e sentir vontade de voltar ao passado e parar o tempo porque antes você estava melhor do que está agora; se atrair por algo em alguém que você vai ter mínima chance de rever e... chega com essa introspecção excessiva, rs.
Sabe, dispenso metas a serem cumpridas... Eu tenho desejos, apenas. E se eu realmente buscar suas realizações que seja espontaneamente, que venha de dentro. Não gosto de me sentir obrigada a coisa alguma, principalmente quando diz respeito ao que me é íntimo. Aí é que não gosto e não faço esforço mesmo.
Mas só pra ir de embalo com o mundo: feliz 2009! Ah, faltou uma coisa importante: eu senti este ano passar rápido. Agora sim: feliz 2009!
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