Ridicularizava tudo, era dos que mais brigavam. Tinha mesmo fama de malvado. (...) Muitos do grupo não gostavam dele mas aqueles que passavam por cima de tudo e se faziam seus amigos diziam que ele era "um sujeito bom". No mais fundo de seu coração ele tinha pena da desgraça de todos. E rindo, e ridicularizando, era que fugia de sua desgraça. Era como um remédio. (...) O que ele queria era a felicidade era alegria, era fugir de toda aquela miséria, de toda aquela desgraça que os cercava e os estrangulava. (...) Ele queria uma coisa imediata, uma coisa que pusesse seu rosto alegre e sorridente, que o livrasse da necessidade de rir de todos e de tudo. Que o livrasse também daquela angústia, daquela vontade de chorar que o tomava nas noites de inverno.
___________________Fragmento do livro "Capitães da Areia", de Jorge Amado, 111ª ed - 2003 e eu não encontrei a editora (:P).
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Pois é, me pareceu uma metáfora.
Precisarias ver de um ângulo diferente para veres a mesma imagem que eu vejo.
Ai, ai, ai...! Irá alguém captar a mensagem desse post? Tenho lá minhas dúvidas...
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